drone em voo

Drone: pequeno explorador com atributos impressionantes

Todo mundo já ouviu falar de drone hoje em dia. Poucos sabem, contudo, quais as finalidades dessas coisinhas tecnológicas intrigantes e seus recursos maravilhosos.

Por Nara Costa*

O nome drone vem da palavra inglesa que representa os substantivos “zangão ou zumbido” e do verbo to drone, que pode significar “zumbir ou vadiar”. Esses são conceitos perfeitos para representar esse pequeno equipamento tecnológico, que emana um som parecido com um suave zumbido ou o bater de asas de uma abelha e que tem o propósito genérico de vagar e flanar por aí, seguindo os comandos do seu piloto.

O termo drone (“zangão”) começou a ser utilizado tradicionalmente por influência militar, como acontece com grande parte dos veículos militares, que recebem nomes inspirados em animais – como os aviões de ataque Tucano, da Embraer, usado pela Força Aérea, ou os helicópteros Panther (Pantera) e Lynx (Lince), usados pelo exército e marinha brasileiros, respectivamente.

Drone e a terminologia adequada

Outros termos, considerados sinônimos pelos mais leigos, foram se estabelecendo, embora cada um tenha sua definição mais precisa e específica.

O termo drone tem uma definição genérica, podendo ser aplicado a todo objeto voador não tripulado com qualquer propósito, seja ele comercial, recreativo, militar etc.

Diferentemente, os VANTs (veículos aéreos não tripulados) são aeronaves, também operadas sem piloto a bordo, de caráter não recreativo e com carga útil embarcada, e se encaixam na terminologia oficial prevista pelos órgãos reguladores brasileiros.

Outros termos mais específicos surgiram para classificar VANTs em diferentes categorias de operação. O RPA (Remotely-Piloted Aircraft ou Aeronave Remotamente Pilotada) refere-se ao VANT cujo piloto opera a aeronave remotamente de uma interface qualquer (computador, simulador, dispositivo digital, controle remoto, etc.). Esta se difere de outra categoria de VANT, a “Aeronave Autônoma”, que é programada para realizar o voo de forma completamente independente, não permitindo intervenção externa durante sua prática. Esta última categoria é de uso proibido no Brasil atualmente.

Quais são os principais usos?

Desde que começaram a ganhar força no mercado do Brasil, a partir dos idos de 2000, com investimentos tanto da Embrapa, especialmente para utilização em agricultura de precisão, quanto do Exército e da Aeronáutica, para utilização na defesa nacional, muitos drones começaram a ser desenvolvidos, com investimento nacional, ou adquiridos de empresas estrangeiras, para serem utilizados no setor elétrico, de meio ambiente, segurança pública, entre outras áreas.

Os usos são os mais diversos. Por ser não tripulado e proporcionar identificação de problemas sem colocar vidas em risco, o drone pode ser usado para levantamento de áreas atingidas por desastres naturais ou guerras, e pode ser usado para monitorar fronteiras e áreas de difícil acesso em florestas ou regiões pantanosas. Nesse caso, o drone cumpriria uma função bem nobre e heroica, que facilitaria muito as atividades de resgate e certamente salvaria vidas. Inclusive, em janeiro deste ano, na Austrália, um drone foi utilizado no salvamento de pessoas pela primeira vez, e com muito sucesso.

O drone também pode ser utilizado, com menor custo, mais rapidez e menor risco, para monitoramento de propriedades rurais e georreferenciamento, inspeção de obras e de grandes estruturas lineares, como linhas de transmissão ou ferrovias, e para a segurança pública, sobretudo em grandes centros urbanos.

Por ser pequeno, menos oneroso, tanto em consumo quanto em matéria-prima, e apresentar riscos menores ao espaço aéreo do que os apresentados pelas aeronaves de grande porte, o drone está se popularizando cada vez mais e tende a ganhar espaço no dia-a-dia das cidades e pessoas.

Entraves existem, especialmente com relação a tudo que é novo e avant-garde. Mas, sem dúvida alguma, o futuro não muito distante será o de muitos drones voando por aí, fazendo trabalhos convencionais de forma cada vez mais rápida, segura e eficiente.

Qual o melhor drone para o seu negócio?

O Instituto GEOeduc está lançando o curso gratuito da Jornada de Drones intitulado “Qual o melhor drone para o seu negócio?” Se você tem interesse em acessar gratuitamente esse e outros conteúdos relacionados, cadastre-se abaixo para fazer o curso:

inscreva-se

Se você se interessa pelo uso dos drones em defesa, segurança e salvamento, leia também o artigo deste link e conheça sobre os nossos treinamentos da Jornada de Drones.

Nara Cherubino Costa – Graduação com bacharelado em Direito e bacharelado e licenciatura em Letras, pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, com especializações em Língua Portuguesa e Língua Inglesa. É analista de conteúdo do Instituto GEOeduc e do Grupo Hubse, e também já foi empresária no ramo de comércio e serviços, proprietária e gestora de um espaço de coworking, o Coffice Coworking e Café, onde promovia a prática do Co-learning, através de parcerias com empreendedores do ramo da educação, de palestras e debates abertos ao público, predominantemente para as áreas de educação e empreendedorismo.


2 comentários sobre “Drone: pequeno explorador com atributos impressionantes

    • Que bom que gostou, Ivaldo! Estamos preparando uma série de conteúdos gratuitos para informar nosso público sobre os Drones e as tecnologias relacionadas, bem como suas aplicações no mercado e nos negócios. Cadastre-se gratuitamente para receber esses conteúdos de seu interesse e vamos manter contato. Segue o link:Qual o melhor Drone para o seu negócio?

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *